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Disney+ atualiza isenção de responsabilidade sobre conteúdos ofensivos em filmes

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A exatamente um mês do lançamento no Brasil, o Disney+ atualizou sua política em relação a filmes e séries que possam conter algum tipo de material ofensivo, postando uma isenção de responsabilidade e adicionando os títulos à lista de conteúdos que mostram “representações negativas e/ou maus-tratos a pessoas ou culturas”.

Nessa lista de títulos que podem conter algum tipo de conteúdo ofensivo a culturas ou representações negativas, estão Dumbo (1941), Aladdin (1992), Peter Pan (1953), A Dama e o Vagabundo (1955), Fantasia (1940) e Mogli – O Menino Lobo (1967). A nova mensagem de isenção é exibida por cerca de 10 segundos antes do filme começar e não pode ser pulada ou avançada.

Confira o conteúdo mostrado na íntegra:

Este programa inclui representações negativas e/ou maus-tratos de pessoas ou culturas. Esses estereótipos estavam equivocados na época e estão equivocados agora. Em vez de remover esse conteúdo, queremos reconhecer seu impacto prejudicial, aprender com ele e iniciar conversas para criarmos juntos um futuro mais inclusivo.

A Disney está comprometida em criar histórias com temas inspiradores e ambiciosos que reflitam a rica diversidade da experiência humana em todo o mundo.

Para saber mais sobre como as histórias impactaram a sociedade, visite www.disney.com/StoriesMatter

De acordo com o CBR, anteriormente a Disney mostrava uma mensagem diferente, que afirmava que o conteúdo exibido era apresentado da forma que foi criado originalmente, podendo ou não conter representações culturais desatualizadas. Porém, a mensagem não aparecia antes do filme começar, como agora — e sim na sinopse do título na descrição do menu.


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Peter Pan foi um dos títulos adicionado à lista de filmes que podem conter más representações em seu conteúdo (Imagem: Reprodução/Animation Screencaps)

O site Stories Matter, mencionado no aviso de isenção de responsabilidade, apresenta mais informações sobre os esforços da empresa para aumentar a “competência cultural”. Também inclui exemplos específicos de várioa cenas e personagens que a Disney agora considera inadequados. Peter Pan, por exemplo, é citado como um filme com má representação por conta da estereotipagem dos povos indígenas.

“O filme retrata os indígenas de uma forma estereotipada que não reflete nem a diversidade dos povos, nem suas tradições culturais autênticas. Mostra-os falando em uma linguagem ininteligível e repetidamente se refere a eles como ‘peles vermelhas’, um termo ofensivo. Peter Pan e os Meninos Perdidos dançam, usam cocares e outros acessórios exagerados, uma forma de zombaria e apropriação da cultura e imagens dos povos indígenas”, declara a mensagem.

O aviso foi elaborado pelo conselho da empresa que inclui representantes de diversas associações do mundo, como Críticos de Filmes Afro-Americanos (AAFCA), Associação de Críticos de Filmes Afro-Americanos (AAFCA), Instituto Geena Davis de Gênero na Mídia, Associação Nacional de Produtores Independentes Latinos (NALIP), RespectAbility, Coalizão do Pacífico Asiático em Entretenimento entre diversos outros órgãos.

Disney+ no Brasil

Após quase um ano de espera, a plataforma de streaming da Disney chega ao Brasil e no restante da América Latina no dia 17 de novembro. Ao que tudo indica, a assinatura será de R$ 28,99 por mês ou por R$ 289,99 no plano anual, dando desconto de dois meses.

Fonte: CBR

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